5 responses to this post.

  1. Posted by Gustavo on 29 de janeiro de 2012 at 12:30 am

    Grande sacada Henrique . O brasileiro eh um povo que realmente não leh, não gosta de ler, não associa leitura a nada de bom. Eh uma guerra que jah perdemos. Resta apenas cuidar dos que ainda não foram contaminados.

    Lembro q tem um livro q chama ” mais Platão menos prozac” .

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  2. Verdade. Tocando principalmente na questão de medicamentos: só a pouco houve de fato um “controle” da venda. Ainda há muito o que se fazer… há uma verdadeira indústria de dependência com aqueles que não são acompanhados por especialistas. Psiquiatras e derivados podem explicar melhor essa questão das farmácias, que visam somente o lucro e utilizam de mecanismos ilícitos para “pegar a receita médica”.

    Em relação ao carro, de fato, o governo dá subsídios pesadíssimos para implantação de novas fábricas. O fenômeno se dá também com motos, que batem recordes alarmantes. Pior, menos educação – não a escolar, a básica -, menos prudência, mais tragédias, mais violência.

    Onde o livro vem a calhar em tudo isso? Acho que na questão de elo que tal dispositivo possui. Inserindo-o no contexto cotidiano do brasileiro, cada vez mais sua atuação parece fragmentária em certos ditames.

    Diz-se que na faculdade há grande carga de leitura. Mas é fragmentária. Você lê uma parte de uma obra e pronto. Claro, vale ressaltar que são diferentes tipos de textos: quase ninguém ler uma história literária começando pelo meio. Ou fim. Diferentemente dos livros científicos.

    Bem… é por aí… mais ou menos por aí… 🙂

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  3. ” Os seres humanos têem uma grande capacidade de evoluir máquinas”

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  4. […] mais: Menos leitura, mais comprimidos « #CotidianaMente Esta entrada foi publicada em Sem categoria e marcada com a tag comprimidos, cotidianamente:, […]

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  5. Posted by Pianista on 15 de fevereiro de 2012 at 11:45 pm

    Vale ressaltar uma coisa: na estatística diz que a média gasta por brasileiro ao ano com livros é de R$ 30,00. Em 2011 eu gastei em torno de R$ 300,00 com livros de literatura e reportagem. Ou seja, a média é de 10% daquilo que somente eu comprei. E, assim como eu, há alguns que fazem o mesmo ou que investem muito mais em livros do que eu. Consequentemente, há milhares de pessoas que não gastam sequer um real com livros ao ano, e este tipo de não-leitor é comumente encontrado nas Universidades. Isso todo universitário sabe! Eu que sou jornalista percebi que, durante meu curso, raros eram os que liam de verdade ou que amavam investir financeiramente em livros. Tudo bem que é necessário ter dinheiro para fazer este tipo de investimento, mas não justifica você comprar gasolina, roupa, calçado e não investir num livro sequer.

    Outro detalhe que me chamou atenção neste texto foi sobre os ansiolíticos. Passei por um sério problema em 2011 e tive que ser medicada para não ficar emocionalmente pior. Passei 4 meses em tratamento usando, além de antidepressivo, um ansiolítico e pude sair do “buraco” em pouco tempo (4 meses é pouco) porque, além de querer muito melhorar, mergulhei fundo na literatura. Os livros me ajudaram bastante a sair do caos da depressão em que me encontrava por causa de um determinado problema. O problema passou, minha mente melhorou, tive alta de forma rápida. Minha fé em Deus e a literatura me auxiliaram bastante! Ansiolítico não é brincadeira, mas as pessoas usam isso hoje como se fosse água.

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